Antes de tudo, só pra Ju ficar feliz, pois ela me passou esse jogo e aqui estou eu passando-o à frente. Não esquecendo que o blog dela é o http://osimorais.zip.net/ Lá vai.
Quantos gigabytes usados com música?
Putz. Muitos. Mesmo. Talvez seja por isso que meu PC anda tão lerdo...
Último CD que comprei?
"O Grande Encontro" - Alceu Valença, Elba Ramalho, Zé Ramalho e Geraldo Azevedo e um da Danni Carlos pra dar de presente.
Música tocando no momento:
"Give It Away" - Red Hot Chilli Peppers
5 músicas que tenho escutado bastante:
- Chão de Giz - Elba e Zé Ramalho
- More Than This - Brian Ferry
- Contra O Tempo - Vander Lee
- Confidências - Falamansa
- Borbulhas de Amor - Fagner
5 pessoas para passar:
Noelle - http://www.mileumanoitesdeinverno.weblogger.com.br
Kelly - http://www.kellyanythingbutordinary.blogger.com.br/
Rafita - http://rafadeoliveira.zip.net/
Marcia - http://www.diamondprincess.blogger.com.br
Gis - http://gislaine.weblogger.terra.com.br/
Pronto. Agora às vias de fato.
Eu estava ontem no ônibus com a minha mãe quando me lembrei do momento em que eu olhava pra minha mão e contava apenas 4 dedos completos por aniversários. [sim, minha memória é de elefante] E agora, não vai me restar mais nenhum dedo! Estão todos completos! Tanto os da mão quanto os do pé! Ai, caramba. Daqui a alguns dias, estarei eu entrando na casa dos 20. Isso me assusta e não me assusta ao mesmo tempo. A primeira, porque a tendência é só piorar [!] e aumentarem as responsabilidades, e nunca mais 8 meses de férias [!!], e muito estudo na faculdade nos próximos anos, e mais um milhão de coisas. Mas eu me sinto bem por isso também, pois mesmo sabendo que o tempo passa e passa muito rápido, mesmo sabendo que as coisas não voltarão mais, que elas se tornarão memórias, mesmo assim, eu gosto disso, eu gosto da efemeridade do tempo. Pois é muito bom saber que o tempo passa. E que possuimos lembranças!!! Pelo menos, eu me sinto confortável quanto a isso. No percurso do ônibus, passamos por um lugar que eu já tinha ido uma vez. Mas essa lembrança estava bem vaga. E foi aí que tive a idéia para esse texto e que percebi que as memórias devem ser relembradas. E aqui vou eu, e espero que você vá comigo também, leitor, para o fundo das lembranças. [Nesse momento, coloque uma música que te faça lembrar de momentos que precisam ser revividos] [Eu optei por "Carolina In My Mind" do James Taylor, pois ela me faz voar bastante, apesar de ser uma memória recente] Lembro do meu avô. Ele era bem alto. E eu adorava seus olhos verdes. Nossa, como ele iria gostar de saber que estou achando a família toda. Sei que ele ficaria feliz. E por ele, se explica o fato de eu adorar o italiano, a familia, as tradições e buscar tudo isso e ter miopia em apenas 1 olho. Depois, dos meus cachorros. Que se foram por 2 motivos: 2 morreram e 1 tivemos que dar. Mas quanto eu adorava vê-los correndo. Como eu adorava saber que eles adoravam estar comigo. Nossa, que saudade. Lembro do Sa também, meu amigão. Não nos vemos há 1 ano, mas a amizade só cresce, mesmo que por via Embratel. Não importa. Como eu já disse, as coisas muito grandes só podem ser vistas à distância. E isso me remete à época do Rafa. Intermináveis cartas cheias de bons sentimentos... Pra sempre, algumas músicas ficarão nas lembranças... Lembro das viagens, dos tempos em que eu não sabia sorrir em fotos [por isso, agora eu só tenho foto sorrindo], da escola, de quando eu não sabia ler, e da minha primeira camisa do Vasco. Enquanto eu escrevia esse texto, os segundos iam passando. No mesmo compasso de sempre. Mas cabe a nós ocupá-los com aquilo que possamos aproveitar... mesmo que seja uma volta ao passado. É lá que tiramos a base para o que somos agora... E por mais romântica que seja essa volta [digo romântico no sentido de gênero literário], é sempre bom relembrar do lugar exato onde deixamos nossos dias...
"Todo amor dorme numa caixa, numa gaveta, numa sala escura que às vezes visito como hoje num sonho. [...] Ficamos nós dois entre os sonhos de amores novos e antigos. Te beijo no escuro silêncio da sala que às vezes visito."
O Amor Dorme - Paralamas
terça-feira, 5 de julho de 2005
quarta-feira, 29 de junho de 2005
As coisas muito grandes só podem ser vistas à distância...
Pensei que nunca precisaria falar sobre esse assunto. Mas, acho que a pretensão de achar que sabemos algo é muita quando se trata da vida. Bom, pelo menos na minha opinião. Abaixo minha cabeça pra isso. E o que está na minha mente agora é uma coisa chamada distância. Já achei que a maior distância que eu conseguia imaginar de uma coisa que eu gosto fosse o espaço entre eu e as estrelas. Mas descobri que há algo que gosto mais ainda e tão distante. Claro, não na medida do céu, mas muito longe das minhas mãos e dos meus olhos. Sim, sei que esse é um pensamento muito pequeno, mas o que fazer? O que fazer se o motivo do seu pensamento encontra-se distante? Já entrei em comunidades do orkut que falam sobre isso ["Ah, se a estrada encolhesse"], já parei pra pensar em uma série de fatores que nos levam a isso, a sentir o que agora sinto. Muitas vezes, esse sentimento é inconstante, é morno... Há horas em que não me incomoda. Existe, é claro, mas sabe ficar calado antes de me torturar. Porém em outras... ai, meu santo Deus... só Ele sabe o que sinto. Muitas vezes uma vontade absurda de gritar e pegar um avião [bem naquele estilo "vamos pegar o primeiro avião com destino à felicidade... a felicidade pra mim é você". É brega, eu sei, mas eu gosto e resume tudo.], ir sabe-se lá pra onde... Não dá... Não dá. Há horas que sei o que fazer. Tudo é claro e preciso. E sinto uma doce companhia. Eu sorrio e penso "Não preciso mais andar". Mas há outras em que existe muita dúvida. O que fazer quando se ama algo distante? O que fazer? Todas as vezes, de noite, quando já estou deitada na cama, parece que essa distância nunca existiu. Parece que eu durmo estando protegida. Como já dizia Kahlil Gibran: 'Há momentos em que sei que não há distância entre aqueles que se amam.' Talvez seja realmente. Talvez a distância seja algo apenas fisíco. Quem poderia explicar o fato de gostar de algo que nunca se viu? Ninguém. Só aquele que sente. Talvez não exista distância... Talvez o que sinto seja bem maior que isso. Ai... Românticos são poucos. Românticos são loucos. Como eu.
"Você foi pra tão distante e eu quero tanto te ver... Por isso não se espante se numa noite bela aquela estrela brilhante em sua janela bater."
"Você foi pra tão distante e eu quero tanto te ver... Por isso não se espante se numa noite bela aquela estrela brilhante em sua janela bater."
quarta-feira, 22 de junho de 2005
Os laços que nos unem...
Engraçado, como são estreitas as relações inter-pessoais ... Andei analisando isso nesses últimos meses, principalmente após a descoberta da minha família através do orkut [!] Essa história de imigraçã italiana, de fato daria muito o que falar... e aqui estou eu, em pleno século XXI desvendando acontecimentos do século XIX! 'Sensacional!' - é o que eu digo. Mas o mais legal disso tudo é que eu e meus novos primos possuimos uma relação tão próxima que chega a ser comovente pra quem está tão distante. O sentimento de família está presente em todas as horas e a impressão é de já nos conhecermos há muito tempo. E jamais nos vimos. [Aproveitando e mandando beijo pra todos!] Claro, há aqueles por quem possuimos mais afinidade e aí, parece mais ainda que nasceram do meu lado [!], mas mesmo assim, mesmo no 1º scrap, a presença do sentimento e do entendimento de família e de origem é muito emocionante.Da mesma forma, com as meninas da faculdade. Ainda estamos de férias, o que de fato é ótimo, mas mais uma vez, o desenvolvimento tecnológico e seus apêndices é tão óbvio, bem-vindo e grande, que permitiu que nos conhecessemos antes de tudo começar. Já trocamos telefone, passamos bastante tempo no MSN [fazendo longas conferências] e já é possível reconhecer determinadas características de cada uma. E sempre, a todo momento, eis que surge o sagrado espírito de amizade, tão necessário para nós. O que são esses laços? Ou melhor, esses nós? O que são esses nós que nos permitem transformar-nos em alguém melhor, que sabe e precisa conviver com os outros e os busca pelos tempos afora? [Sim, certamente pareceu agora uma indagação espírita. Mas é difícil não fazê-la, para mim que sou...] Acho tudo isso enriquecedor e importante. Já dizia um grande mestre que "nos revelar é o melhor que podemos dar ao outro." De fato. Eu tento.Quantas vezes no entanto, não foi isso que ganhei... Me deparo [principalmente nesses últimos tempos] com a indiferença dos outros... De pessoas que esquecem dos princípios de uma relação cordial: e acho que um deles é o respeito. Mas talvez o que mais me chama a atenção agora é a devida importância que damos ao outro. E mesmo que seja mínimo o contato, sim, a outra pessoa espera algo. Claro, não somos perfeitos para dar 100% do que assim é imaginado [e muitas vezes exigido] de nós. Mas, dentro da nossa imperfeição, somos capazes de reconhecer o que é importante. A questão é dar ouvidos a isso.Mesmo não parecendo esse fato da indiferença me balança um pouco... Suficiente até para me provocar consideráveis mudanças [talvez aqui entre a mudança do blog], mas no fundo no fundo, creio que isso passa. Ou piora [risos.] E aqui vou eu, continuar me doando aos outros, continuar permitindo que me conheçam melhor sempre... Talvez seja esse o caminho. Talvez considerar aqui mnha profissão [posso puxar sardinha agora e dizer que a Enfermagem é a mais linda de todas!] como parte do meu cuidado com o outro não seja exagerado. Mesmo o outro sendo desconhecido... São os nós que nos unem! Tão fortes e seguros de si! E viva o entrosamento. Continuar adorando isso é o caminho. Namastê. =)
terça-feira, 21 de junho de 2005
Casa Nova...
Um [re]início, assim constumo dizer para as coisas que possuem uma continuidade. Vontade de compor temas livres, num lugar novo... Extrema sensação de liberdade e novidade. Tá lá http://www.carol_biav.blogger.com.br ainda minha casinha velhinha... Um pouco abandonada, devo concordar... mas talvez por isso. Por essa sensação de que é preciso mudar de alguma forma, que eu ainda não sabia. Esta manhã, tomada por novos ventos [que poderiam ser de tempestade, sim! E porque não?], decido, portanto, aqui [re]começar. Espero que goste da nova temática, leitor, e dos novos ares que trago comigo. Namastê.
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