domingo, 31 de agosto de 2008

Metafísica





Dizem por aí que depois que se morre,
Esquece-se o ser amado, estando ele morto ou [ainda] não.
De uma coisa eu sei:
Mesmo a morte, fim dos que amam, já dizia o poeta [morto]
Não funcionará como neblina na tua lembrança;
Ela é tão íntima e tão minha que não há como deixar de a[l]má-la.



Ana Carolina Biavati.

5 comentários:

Cesar Oliveira disse...

Gostei do blog e dos poemas..

cesar

Dani Fontana disse...

De todos os amores que já senti, tenho um desses que nem mesmo a morte vai tirar de mim.
Amor de alma.

;)

Donaella disse...

A morte leva o real, mas a lembrança e amor ficam a vida toda, mas vindo de um outro lugar!
Adoro suas visitas
=]
Bj

O Profeta disse...

Uma réstia de luz no crepúsculo
Uma súplica presa na brisa
Um caminho sem fim
Pela terra da tua lembrança


Convido-te a ver o diadema da Noiva do Mar

Boa semana


Mágico beijo

luciana teixeira disse...

posso dizer apenas que achei lindo?
e gostei mais ainda do detalhe "a[l]ma"?

abraço!